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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

São os apresentadores do momento. Cláudia Vieira e João Manzarra revelam os segredos de Ídolos, avaliam o júri e apontam o que mais gostam nos concorrentes. A conversa com os dois? Foi sempre a rir. E até falaram da bebé de Cláudia.

Qual dos dois canta melhor?
Cláudia Vieira: Posso responder à letra? Sou eu.
João Manzarra: Estás a brincar comigo? Sou eu. (risos)

A que conclusão chegamos?
J.M.: Ela está a brincar, sou eu.
C.V.: É o João, mas não é brilhante. (risos)

E o João já cantou para a barriga da Cláudia?
J.M.: Já devo ter cantado qualquer coisa... Sozinho de Caetano Veloso. É das poucas que sei de cor.

E a Cláudia, costuma cantar para a barriga?
C.V.: Já acompanhei o João.
J. M.: Ela faz o instrumental.

Já cantaram em público, sem ser em Ídolos? Ou só cantam no duche?
J.M.: Com a Cláudia? Nunca (risos).
C.V.: Eu já cantei em público. E com muita gente, por acaso.
J.M.: Não se pode dizer que tenha sido cantar, atenção.
C.V.: Era cantar sim, na altura disseram-me que não estava tão mal como imaginei. Mas senti-me péssima, confesso. Foi no programa da TVI, o Canta Por Mim. Cantei com o Paulo Gonzo e senti que foi um erro (risos). Não era uma coisa que eu desejasse muito, foi um convite um bocadinho forçado e acabei por alinhar. Não é das coisas que costumo fazer. Nem no carro, nem no duche...

A Cláudia desafina? Vejo o João a olhar para si com cara de caso...
J.M.: É doloroso.
C.V.: O pensamento dele é que adoraria estar lá, aposto.

Se participassem num karaoke, que música escolheriam?
C.V.: Acho que escolhia a Mamma Mia.
J.M.: A sério? Eu escolhia Jim Diamond, com o And I Should Have Known Better (começa a cantar).

Se a Cláudia fosse uma música, qual seria?
J.M.: Como é que se chama aquela da Dina?
C.V.: "Peguei, trinquei e meti-te na cesta" (responde a cantar). Vês como eu canto?
J.M.: É essa mesmo.

E se o João fosse uma música?
C.V.: Era a do João Pedro Pais.
J.M.: Qual?
C.V.: (Risos) "Mentira, mas é mentira..." (a cantar seguida de gargalhada)
J.M.: Não estou a perceber. Ela diz as coisas ao calhas.
C.V.: Vou mudar. A música Deixa-me Rir [de Jorge Palma] fazia sentido, porque ele gosta de fazer isso, mas por outro lado é triste, não pode ser. E o João não combina com coisas tristes.
J.M.: Oh, tão querida! O João não combina com coisas tristes. (fala perto do gravador)
C.V.: Como é que se chama aquela do Rui Veloso? "Gingando pela rua..." (a cantar). O Chico Fininho. Acho que é uma música que combina com ele.
J.M.: Não pelo fininho (risos)...

Quem é o vosso ídolo?
C.V.: Nunca fui daquelas pessoas que acompanha uma carreira do início ao fim. Mas admiro muito o Nicolau Breyner, pelo sentido de humor, pelos projectos que agarra...
J.M.: Sou um grande fã do Rick Gervais, acompanho sempre o trabalho dele na Net e tenho as séries todas em que ele participa. Na música, em Portugal, há um autor, cantor, de quem eu gosto muito que é o JP Simões e que me acompanhou muito em várias fases da minha vida. E a amiga Olga. (risos)
C.V.: É uma referência. Foi aí que o João decidiu ser apresentador.
J.M.: São palavras da Cláudia, não subscrevo. (risos)

Não se conheciam antes do Ídolos. Deram-se bem desde o início?
C.V.: Demo-nos bem rapidamente, mas é óbvio que a cumplicidade foi surgindo.
J.M.: E é engraçado que é raro chocarmos, mas quando acontece resolvemos rapidamente, de uma forma muito eficaz e sincera.
C.V.: Somos práticos a expôr o que é que a cada um de nós pode incomodar.
J.M.: Já aconteceu eu ter de me adaptar a ti e tu a mim em diversas situações.

E nos directos, algum de vocês se atropela?
J.M.: Não. Pode haver em algum momento ela querer falar mais do que eu, mas acho que nenhum de nós fica melindrado.
Vejo a Cláudia a rir...
C.V.: O João gosta de dar a deixa final.
J.M.: Isso é outra coisa (risos). É que eu tenho de ter uma resposta para tudo.

Como é que definem cada um dos elementos do júri?
(Silêncio) J.M. Começa tu, Cláudia.
C.V.: Isso é uma responsabilidade.

O Manuel Moura dos Santos...
C.V.: Vou dosear muito bem o que vou dizer. Mas, se calhar, o Manuel é o carismático. Por mais que seja duro na forma como faz as críticas, ele cativa.
J.M.: Acho que em todos eles há uma característica: a genuinidade. O que eles são na vida real é o que são no programa. Nós privamos com eles e sentimos isso.
C.V.: Completamente. Eles não construíram personagens, nem se dão ao trabalho de fazer diferente. E são todos muito generosos.
Quem é o mais generoso?
C.V.: O Laurent Filipe. É generoso e justo e tem uma visão muito interessante na avaliação que faz. Ele não analisa só se o concorrente tem uma boa voz ou uma boa presença em palco, mas sim o querer, o desejar, as capacidades financeiras, a garra...
J.M.: É o mais apaziguador. Já o Pedro Boucherie Mendes foi adoptando novas posturas desde os castings até depois da primeira gala. Antes ele era muito carniceiro e agora sinto-o mais brando, menos exigente.
C.V.: Acho que ele dá muito valor se as pessoas têm estratégia.
J.M.: É o estratega. (risos)

Falta a Roberta Medina...
J.M.: E o Manuel. Não falamos muito nele. É o carniceiro. (risos)
C.V.: É muito impulsivo. A Roberta é um amor, um doce.
J.M.: É engraçado, se os puséssemos aos pares tendo em conta a função de cada um no programa, era o Manuel e o Pedro, a Roberta e o Laurent. Uma pessoa quase que está contida a ouvir o Manuel e o Pedro e quando passa para a Roberta e o Filipe respira.
C.V.: Sinto que a Roberta é muito atenta ao que os concorrentes lhe passam enquanto estão a actuar. Acho que tenta não fazer um comentário tão específico da voz e sente a energia que chegou até ela. E, acima de tudo, tem uma característica essencial para o nosso júri: é muito brincalhona. Ajuda imenso quando eles estão sob tensão.
J.M.: A Roberta é um docinho. Faz o equilíbrio, é quase o elixir de boa disposição.
Como é que viram as polémicas entre o Luís Jardim e Manuel Moura dos Santos?
J.M.: Nunca vi o júri do nosso programa criticar os jurados do outro. Acho que não faz sentido e que até é de mau tom. Sou incapaz de criticar publicamente colegas meus.
C.V.: Exactamente. Discordo que venham para a praça pública fazer comentários...

Qual foi o concorrente que mais vos custou ver sair?
C.V.: (silêncio) Acho que foi o André. Era muito carinhoso, não digo isto pela qualidade ou não que ele pudesse ter, mas pela relação que estabeleceu logo connosco. A Mariana também.
J.M.: Uma coisa é o que sentimos no momento, outra é reflectir. Para mim foi a Catarina. Porque, reflectindo bem e racionalmente, é uma miúda cheia de potencial e saiu numa fase muito precoce.
C.V.: Sim. Surpreendeu-me imenso, era das concorrentes com maior possibilidade numa fase de quatro finalistas.

Como é a vossa relação com os concorrentes? Saem juntos para jantar, tomar café, vão a casa uns dos outros...
C.V.: Não, precisamente por estarmos num programa de televisão e termos isso em mente. Evitamos. Mas não é que não gostássemos. E não sei até que ponto é que, no final, não vou ter imenso gosto em organizarmos uma jantarada.
J.M.: Enquanto estivermos no programa isso não vai acontecer. Já calhou ir jantar com eles, agora tudo o que é mais íntimo tentamos não fazer. Não queremos condicionar o programa em nada e queremos que funcione bem. Eu, por exemplo, liguei a todos no dia de Natal. Pedi os números à produção.

O Filipe é o grande favorito a ídolo de Portugal. Também é o vosso?
C.V.: Não posso dizer.
J.M.: Isso do Filipe ser o grande favorito tem também muito a ver com o destaque que a imprensa lhe está a dar. Não sei até que ponto é que isso se reflecte nas chamadas, e esse é o indicador mais importante. Se é para mim o grande favorito? É um dos...

Quem são os outros?
J.M.: Todos os que estão em competição.

Quem é que canta melhor?
J.M.: Para mim é a Diana.
C.V.: Eu acho que responder quem canta melhor é dizer quem é o ídolo.
J.M.: Não tanto. Posso dizer que acho a Inês mais musical. A Diana a que canta melhor, o Filipe o que tem mais presença. O Carlos é o mais...
C.V.: Completo.
J.M.: A Solange é a nossa diva.

E nos bastidores, quem é/ foi o mais divertido?
J.M.: A Carolina e o Salvador.

E o mais carrancudo?
C.V.: O Filipe antes tinha alguma dificuldade em sorrir. Mas aos poucos está a perceber que está a gostar muito do que está a fazer. Já esboça sorrisos quando as coisas lhe correm bem. E já consegue partilhar connosco que está feliz e antes encobria.

Quem é que dá mais dicas um ao outro? O João, por já ser apresentador, ou a Cláudia por ser actriz?
J.M.: Acho que há muito equilíbrio.
C.V.: Eu digo quase tudo o que me vem à cabeça. E acho que o João também é muito assim. Às vezes até acho piada, porque ele mete um ar quase de professor.
J.M.: Há muitos truques que vêm do lado de actriz da Cláudia que tento aproveitar. Mas acho que ela ganha o campeonato das dicas, só as vezes que ela me diz para endireitar as costas... (risos)

Quem são os vossos maiores críticos?
C.V.: Eu sou muito crítica. Mas o meu namorado [o actor Pedro Teixeira], por exemplo, também é um grande crítico. Faz uma avaliação sempre muito verdadeira do que não gostou e se fica satisfeito com alguma coisa também o diz. Dá-me imensos conselhos e depois algumas pessoas que acompanham a minha vida. Sobretudo o que me indicam é para eu ser fiel a mim. Tenho essa consciência, é preciso passar muita verdade.
J.M.: Para mim a crítica mais importante é a interna, da produção, dos técnicos... O Nuno Graciano, a Rita Ferro Rodrigues, a Fátima Lopes são pessoas que já me deram algumas indicações. E tenho alguns amigos e o meu irmão. E há a parte boa que são as pessoas que acham que está sempre tudo bem, que são os pais.

No início do programa garantiram que não tinham visto a edição anterior do Ídolos para não se deixarem influenciar. E agora, já espreitaram?
C.V.: Não.
J.M.: Não vi propositadamente. Vi algumas coisas, em pesquisas no YouTube. Mas não para ver os apresentadores.

O que é que esta edição tem que as duas anteriores não tinham?
C.V.: Como não vi, só posso dizer que acho que tem mais qualidade a nível de concorrentes. O próprio Manuel, que esteve nos dois anteriores, já assumiu isso, o que não quer dizer que quem ganhou as outras edições não fosse tão bom.

O que gostaram mais no Ídolos? A parte dos castings ou das galas?
J.M.: A das galas, sem dúvida.
C.V. São extremamente diferentes, mas nas galas a adrenalina é de longe superior. É um directo.

Até ao final de 2009 concorreram directamente com os veteranos Júlia Pinheiro e Manuel Luís Goucha e ganharam quase sempre. Que conselhos lhes davam para subir as audiências?
C.V.: (risos) Não gosto de entrar por aí. Conheço muito bem a Júlia e o Goucha e considero-os excelentes comunicadores. E foi uma honra estar a disputar com pessoas da qualidade deles. Neste caso o ingrediente é o Ídolos, o melhor programa do mundo. Eles só tiveram azar nisso, se estivessem a apresentar o Ídolos ganhavam.
J.M.: São de facto dois profissionais que eu admiro.

Já falaram com eles sobre os respectivos programas e sobre as audiências?
C.V.: (hesitação) Não.
J.M.: Não.

Parece-me que sim, as vossas reacções não batem com a resposta...
C.V.: Indirectamente tive desejos de boa sorte.
J.M.: E eu enviei um recadinho pelo Rui Pêgo à Júlia: "A tua mãe que se cuide, que aí vou eu." (risos)

O Ídolos fê-la de alguma forma repensar a sua carreira de actriz?
C.V.: Repensar a ponto de pôr em causa virar apresentadora e deixar a representação, não. Ser actriz tem uma característica que para a minha vida é muito aliciante, todos os dias é um desafio fugir da minha identidade. Abdicar da representação, não, dividir o meu lado profissional, sim.

E a Cláudia, já lhe pegou o bichinho da representação?
C.V.: É algo que me dá gozo, mas só o farei se sentir que faço realmente bem e que não tiro o lugar a ninguém que faça melhor.

E já houve convites?
J.M.: Já houve um, mas rejeitei. Não posso dizer, desculpem lá leitores da Notícias TV.

Gostavam de apresentar a quarta edição do Ídolos?
J.M.: Epá, bora lá!
C.V.: Exactamente.

Para quando?
J.M.: Já para Março. Esta acaba em Fevereiro, 15 dias de férias e vamos embora, estamos à espera de quê? (risos)
C.V.: Eu tenho o meu lado pessoal...
J.M.: Vou ter de esperar por causa dela, grande seca. Setembro já pode ser?
C.V.: Sim.
J.M.: Então pronto, lá para Setembro. Eu espero. Entretanto vou também às aulas de pré-parto. Sou o primeiro suplente.
C.V.: (Risos) Sempre que o Pedro estiver em gravações vai o Manzarra.

O João dá um bom tio?
C.V.: Vai dar, tenho a certeza.

E vai ter uma dola ou vai adoptá-lo para cuidar da criança?
C.V.: Tenho a certeza absoluta que o João vai querer acompanhar e eu vou ter muito gosto nisso. Se bem que terei de ter alguém sempre de vigia. (risos)
J.M.: Não é para ela, é para mim. Para tomar conta de mim. São duas dolas.
C.V.: Ela ter o João por perto vai ser muito bom. Vai fazê-la rir e desenvolver um lado criativo.
J.M.: Vamos ter grandes conversas. Vou puxar pelo lado intelectual da miúda. (risos)

A primeira palavra que irá dizer será Manzarra...?
J.M.: Ai dela que não seja! E quero aqueles "rrrrrrrrr" bem pronunciados.

A Cláudia anunciou a gravidez quando já estava no Ídolos. E o público tem seguido a evolução da barriguinha. Sente que a bebé já é um bocadinho de Portugal?
C.V.: É uma noção relativa, eu gosto de deixar o meu lado pessoal em privado. Tenho consciência de que vai haver curiosidade de conhecer a bebé. Mas vou querer preservar ao máximo. Vou lutar para que a minha filha não sofra de stress na escola, que o rosto dela não vire público. Agora, também não pretendo esconder se está tudo bem, se nasceu bem. Não era uma coisa que quisesse, mas tenho consciência, ainda por cima passando a gravidez a fazer parte de um programa de televisão. Estou preparada, tal e qual como quando comuniquei publicamente a gravidez. Tinha noção que não era uma coisa que pudesse ficar em segredo.

O João percebe alguma coisa de bebés?
C.V.: Ele já sabe tanto de bebés como eu.
J.M.: É dos assuntos em que me sinto mais à vontade hoje em dia. Por exemplo, o bebé para ir para a praia tem de começar só depois dos seis meses (risos). Ela queria levar o bebé só com um mês de idade.

Mas o João não vai deixar...
J.M.: Não. Era ela de calipo na mão e o bebé na outra. Eu disse logo que era cedo.

Na rua, as pessoas mexem-lhe na barriga?
C.V.: As pessoas fazem sempre um comentário ao tamanho da barriga, se tenho desejos, querem tocar... Mas como já disse, a grávida vira propriedade pública. Não só as pessoas falam por tudo e por nada, como é fácil meter conversa numa fila...

Mas não dá jeito estar grávida quando se está numa fila?
C.V.: (risos) Mais ou menos. Eu utilizo pouco.
J.M.: Estou sempre a dizer-lhe: "Cláudia deves usar mais a gravidez, aproveita. Não é todos os dias que se está grávida!".
C.V.: Mas as pessoas dizem-me para passar à frente. Tem o seu lado bom.

Cláudia seria um bom nome para a bebé?
C.V.: Não, de forma alguma. Não gosto de adiantar a lista de nomes nem nada, mas Cláudia não. Não gosto quando os pais põem o mesmo nome aos filhos, não faz sentido.
J.M.: Eu queria que ela se chamasse Floribella. Mas acho que está difícil.

Mas já tem um nome?
C.V.: Há um nome que tem prevalecido. Mas não faço questão de dizer.

E não fazendo questão, qual é o nome?
C.V.: (risos) Não digo.

Tirando Floribella, o João já deu palpites?
J.M.: Já. É o Floribella. (risos)

Não parece que ele vá ser o padrinho...
C.V.: Não. Mesmo antes de estar grávida já sabia quem ia ser a madrinha e por parte do Pedro é um dos melhores amigos.
J.M.: Também não faço questão (faz gesto com a cabeça a mostrar contrariedade)

Vejo aí alguma insatisfação.
J.M.: Não. Mas quando eu estiver grávido ela também não vai ser a madrinha. (risos)

E está para breve?
J.M.: Não. Está difícil. Já tentei. Por muitos cereais de fibra que eu coma não consigo tirar a barriga.

Ainda anda à procura de namorada?
J.M.: Já me lixei com essa pergunta uma vez. Mas não ando à procura de nada.
C.V.: Mas gostavas de ser pai jovem?
J.M.: Nunca pensei sobre isso.

Mas li há um tempo que andava à procura de namorada...
J.M.: São notícias e artigos um bocado infelizes. Não quero falar sobre isso.

Está livre?
J.M.: É um assunto pessoal e privado. Livre estou sempre e amo a liberdade.

A Cláudia vai gozar da licença de maternidade?
J.M.: Ela vai emprestar-me metade. (risos)
C.V.: Acho que vai ser importante ter tempo para estar com a bebé, mas o meu lado profissional também tem uma importância extrema. Vou tentar conciliar o que for possível, vai depender dos projectos que surgirem. Por muito bons que sejam, enquanto a bebé tiver um mês ou dois não aceito. E vou fazer questão que ela esteja o maior tempo possível comigo. Se puder ter alguém da minha família que me acompanhe, melhor. Não quero deixar nada para trás nesta fase.

Isso preocupa-a. Deixar a bebé numa creche?
C.V.: Não. Como é obvio vou ser exigente.

E o parto, preocupa-a?
C.V.: Não penso muito nisso. Prefiro só pensar quando estiver a chegar a hora.

Vai ter preparação?
C.V.: Sim, sem dúvida. Acho que é essencial. Convém fazer as aulas a partir dos seis meses de gravidez. Estou com cinco meses...

Já viu a ecografia que a Cláudia lhe deu em directo na gala?
J.M.: Tem lá umas partes um bocado paradas. Confesso que passei algumas para a frente. Mas fiquei impressionado. (risos) São 40 minutos, calma lá.
C.V.: Eu própria, quando mostrei e reuni a minha família lá em casa fiz questão de dizer "esta parte não interessa para nada, vamos à parte em que ela está a pular".
J.M. Mas eu fiz uma edição para o YouTube em que só se vêem as melhores partes (risos)

E já tem quantos visitantes?
J.M.: Mais do que a Susan Boyle. Está famosíssima.
C.V.: Ele depois de ver mandou-me uma mensagem todo emocionado.
J. M.: Não digas nada.

 

João Manzarra entrevista Cláudia Vieira


"Tento não aparecer com o meu namorado"

Cláudia, se um grande amigo teu se recusasse a limpar as fraldas da bebé, continuarias a ter uma boa relação com ele? Ou ias ficar melindrada?
Confesso que me ia melindrar que o rabinho da minha bebé ficasse sujo.Isso provoca o rabinho assado.Mas entendo que ele não tenha de levar com esse filme, não é um bom filme.

Imagina que tens uma amiga muito gira e que está numa fase muito carente, quem é que é assim a primeira pessoa que recomendarias como um possível parceiro?
(risos) Não querendo promover ninguém, mas João Manzarra.Dizia-lhe que estava a fazer falta à vida dela um João Manzarra.

Obrigada Cláudia.Preferias apresentar os Óscares ou receber um?
Era muito bom sinal receber um Óscar.Mas também era muito bom sinal apresentar a gala.Se calhar apresentar os Óscares agora e receber um mais tarde.

Porque é que na imprensa te vejo mais com o teu cão Yoshi do que com o teu namorado?
(Gargalhada) Sou muito vaidosa em mostrar o meu cão.Sou muito orgulhosa do cão que tenho e não me faz confusão.Em relação ao Pedro, tentamos evitar estar sempre a aparecer juntos ou pelo menos fazer produções.

E costumas usar trela nos dois?
(Gargalhada) Tu és muito mau.Nem no Yoshi uso trela.

Não sendo amigo ou colega, o que é que as pessoas precisam de fazer para ter o teu número de telefone?
(pausa) Confesso que sou muito pouco ligada ao telemóvel e deixo muitas chamadas por atender.Não é João?

É e eu não gosto nada disso.Cláudia, tu que foste criada numa quinta de onde saíste com 23 anos.O filme Fuga das Galinhas é uma referência?
(Gargalhada) Não, porque se fosse teria saído mais cedo.

O que é me vais dar de comer da próxima vez que for lá a casa?
Como percebi que os bifinhos com farinheira não foram do teu agrado, vou preparar-te um bacalhau espiritual.

Cláudia Vieira entrevista João Manzarra


(...)
Já foste contacto por algum editor depois da tua actuação na gala de fim de ano com Love Boat?
A verdade é que desde o Love Boat que nunca mais me tentaram contactar.E eu ainda não percebi bem porquê.Talvez tenhas uma explicação Cláudia.

Eu gostei de dançar com a tua voz lá muito no fundo.
Talvez se nao tivesses tantos homens à tua volta tiveste visto aquilo que fizeste. (risos)

(...)

Qual a maior asneira que já viste a tua companheira fazer em pleno directo?
Das asneiras que tu já fizeste... gosto muito quando em directo lês as minhas falas no teleponto.(gargalhada).Gosto quando te sentes perdido e chamas pelo câmara a dizer "estou aqui".

Agora que estás a morar sozinho, há algum objecto necessário numa casa que ainda não tenhas?
Preciso muito de uma chaleira.Não para fazer chá, mas para encher a botija de água quente.

Tens piaçaba?
Não tenho.Mas primeiro a chaleira.

 

        

 

 

In Notícias Tv

publicado por ClauVieira às 13:30

hehe :)

Uma dulpa perfeitaa!!!
Lara a 15 de Janeiro de 2010 às 18:37

Cada vez adoro mais o manzarra. Ainda bem que se dão tão bem.
É claro que as perguntas feitas à claudia foram mais disparatadas.
Muito gira a entrevista
catarina a 15 de Janeiro de 2010 às 21:54

Ola!
Podes visitar e comentar o meu novo blog, sff? *.*
http://vanessa-fans.blogs.sapo.pt
Jokasss = )
OBRIGADA!
VanessaFan a 16 de Janeiro de 2010 às 12:53